JEZEBEL, A MUSA DO SOTURNO: Capítulo 68 – Conjecturas finais (Será?)
APOIE O TRABALHO DO AUTOR COM A QUANTIA QUE DESEJAR Por: Jorge Eduardo Magalhães Durante o trajeto para cumprir minha missão, refleti…
APOIE O TRABALHO DO AUTOR COM A QUANTIA QUE DESEJAR Por: Jorge Eduardo Magalhães Durante o trajeto para cumprir minha missão, refleti…
APOIE O TRABALHO DO AUTOR COM A QUANTIA QUE DESEJAR Por: Jorge Eduardo Magalhães – Mas não seria melhor prendê-la? – disse…
APOIE O TRABALHO DO AUTOR COM A QUANTIA QUE DESEJAR Por: Jorge Eduardo Magalhães Ao dizer que havia um traidor entre nós,…
APOIE O TRABALHO DO AUTOR COM A QUANTIA QUE DESEJAR Por: Jorge Eduardo Magalhães Tentamos localizar, nos arredores o paradeiro de Gisele…
APOIE O TRABALHO DO AUTOR COM A QUANTIA QUE DESEJAR Por: Jorge Eduardo Magalhães Após o depoimento, chamei a equipe do Departamento…
APOIE O TRABALHO DO AUTOR COM A QUANTIA QUE DESEJAR Por: Jorge Eduardo Magalhães A tia de Jocilene, a qual o nome…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Aos poucos, os casos iam caindo no esquecimento, sem nenhuma resposta plausível ou solucionado pelas autoridades policiais; simplesmente eram negligenciados…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Estava com sorte. Outro sórdido acontecimento na nossa cidade foi a morte de um michê em uma sauna gay, em…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Com o tempo, misteriosamente, os assassinatos das ruivas cessaram. Fiquei umas duas semanas esperando que outras mortes do Maníaco…
Por: Jorge Eduardo Magalhães A professora primária Jussara Alves da Silva, 38 anos, moradora de Santa Cruz, lotada em uma escola municipal do…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Tive a sorte de estrear a coluna “Crimes chocantes” com um caso bem nefasto. Logo quando reativei no jornal, um…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Tenho várias amizades, se posso chamar assim, na polícia carioca. Inclusive, tenho alguns informantes que, quando acontece algum crime…
Por: Jorge Eduardo Magalhães A pessoa que me vendeu os direitos do Patrulha Carioca – que não vou revelar sua identidade – era…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Consegui fazer exercícios mentais para não me lembrar mais de minha esposa e nem do ato desesperado e insano…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Embora sentisse uma enorme dor no coração, precisava tocar a minha vida. Escrevi em todos os grupos no celular…
Por: Jorge Eduardo Magalhães – O que foi que eu fiz? – perguntei a mim mesmo. Ao ver aquele corpo desfalecido, com os…