


A morte da tia
Por: Jorge Eduardo Magalhães – Oi. Já cheguei. Estou aqui no bar te esperando. Depois quero te levar àquele motel que falei. Finalmente vamos nos


Como eu vim parar aqui
Por: Jorge Eduardo Magalhães – Como eu vim parar aqui? Você não é o primeiro a me perguntar isso. Para os outros, eu invento diversas


Santinha
Por: Jorge Eduardo Magalhães Meus caros devotos, vocês que veneram, com devoção a Santinha, desde que ela decidiu renunciar a tudo e se enclausurar em


Aquela pessoa
Por: Jorge Eduardo Magalhães Quando olho aquela pessoa dormindo ao meu lado, sinto ódio, nojo, desprezo. Tenho vergonha de andar com ela na rua, de


Preguiça
Por: Jorge Eduardo Magalhães Sempre fui aluno médio para ruim. Tinha preguiça de estudar. Aos trancos e barrancos, terminei os estudos. Cursei e me formei


A mulher tatuada
Por: Jorge Eduardo Magalhães Começou com a pequena tatuagem de um golfinho no lado direito das costas. Achou fofo, bonito. Tatuou uma estrela do outro