Investigação aponta falha na via como causa de acidente ferroviário em Adamuz

O presidente da Renfe, Álvaro Fernández Heredia, praticamente descartou a hipótese de erro humano no grave acidente ferroviário ocorrido em Adamuz, na província de Córdoba, e indicou dois cenários centrais para a investigação: falha no trem ou problema na infraestrutura ferroviária.

As apurações iniciais apontam para a rutura de uma solda no carril como possível causa do descarrilamento do trem de alta velocidade Iryo, no quilómetro 318,7 da linha. Segundo fontes no local, a anomalia na via teria provocado a saída dos trilhos do vagão número 6, que acabou colidindo frontalmente com um trem Alvia que trafegava na linha adjacente, em sentido contrário.

O impacto resultou em um acidente de grandes proporções, com dezenas de mortos e centenas de feridos. Testemunhos de passageiros indicam que, antes do descarrilamento, foram percebidas vibrações intensas e movimentos anormais, especialmente nos vagões 6, 7 e 8. Uma das hipóteses em análise é a existência de um peso anómalo arrastado pelo vagão que saiu da via.

Equipes técnicas seguem no local para determinar as causas exatas da fratura. Agentes da Equipe Central de Inspeções Oculares Criminalísticas da Guardia Civil documentaram a área afetada, onde é visível a rutura da solda e o desprendimento de uma secção do carril, considerado um elemento-chave para esclarecer a origem do acidente.

O ministro dos Transportes e da Mobilidade Sustentável, Óscar Puente, pediu cautela nas conclusões. Segundo ele, a investigação deverá determinar se a falha identificada na via foi a causa direta do descarrilamento do trem Iryo ou se ocorreu como consequência do acidente que levou à colisão com o trem Alvia.

Com informações de Euro News

Wagner Sales – editor de conteúdo

O presidente da Renfe, Álvaro Fernández Heredia, praticamente descartou a hipótese de erro humano no grave acidente ferroviário ocorrido em Adamuz, na província de Córdoba, e indicou dois cenários centrais para a investigação: falha no trem ou problema na infraestrutura ferroviária.

As apurações iniciais apontam para a rutura de uma solda no carril como possível causa do descarrilamento do trem de alta velocidade Iryo, no quilómetro 318,7 da linha. Segundo fontes no local, a anomalia na via teria provocado a saída dos trilhos do vagão número 6, que acabou colidindo frontalmente com um trem Alvia que trafegava na linha adjacente, em sentido contrário.

O impacto resultou em um acidente de grandes proporções, com dezenas de mortos e centenas de feridos. Testemunhos de passageiros indicam que, antes do descarrilamento, foram percebidas vibrações intensas e movimentos anormais, especialmente nos vagões 6, 7 e 8. Uma das hipóteses em análise é a existência de um peso anómalo arrastado pelo vagão que saiu da via.

Equipes técnicas seguem no local para determinar as causas exatas da fratura. Agentes da Equipe Central de Inspeções Oculares Criminalísticas da Guardia Civil documentaram a área afetada, onde é visível a rutura da solda e o desprendimento de uma secção do carril, considerado um elemento-chave para esclarecer a origem do acidente.

O ministro dos Transportes e da Mobilidade Sustentável, Óscar Puente, pediu cautela nas conclusões. Segundo ele, a investigação deverá determinar se a falha identificada na via foi a causa direta do descarrilamento do trem Iryo ou se ocorreu como consequência do acidente que levou à colisão com o trem Alvia.

Com informações de Euro News

Wagner Sales – editor de conteúdo

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O presidente da Renfe, Álvaro Fernández Heredia, praticamente descartou a hipótese de erro humano no grave acidente ferroviário ocorrido em Adamuz, na província de Córdoba, e indicou dois cenários centrais para a investigação: falha no trem ou problema na infraestrutura ferroviária.

As apurações iniciais apontam para a rutura de uma solda no carril como possível causa do descarrilamento do trem de alta velocidade Iryo, no quilómetro 318,7 da linha. Segundo fontes no local, a anomalia na via teria provocado a saída dos trilhos do vagão número 6, que acabou colidindo frontalmente com um trem Alvia que trafegava na linha adjacente, em sentido contrário.

O impacto resultou em um acidente de grandes proporções, com dezenas de mortos e centenas de feridos. Testemunhos de passageiros indicam que, antes do descarrilamento, foram percebidas vibrações intensas e movimentos anormais, especialmente nos vagões 6, 7 e 8. Uma das hipóteses em análise é a existência de um peso anómalo arrastado pelo vagão que saiu da via.

Equipes técnicas seguem no local para determinar as causas exatas da fratura. Agentes da Equipe Central de Inspeções Oculares Criminalísticas da Guardia Civil documentaram a área afetada, onde é visível a rutura da solda e o desprendimento de uma secção do carril, considerado um elemento-chave para esclarecer a origem do acidente.

O ministro dos Transportes e da Mobilidade Sustentável, Óscar Puente, pediu cautela nas conclusões. Segundo ele, a investigação deverá determinar se a falha identificada na via foi a causa direta do descarrilamento do trem Iryo ou se ocorreu como consequência do acidente que levou à colisão com o trem Alvia.

Com informações de Euro News

Wagner Sales – editor de conteúdo

Foto: Manu Fernandez / AP

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