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Breno do Guandu foi condenado a 79 anos e 11 meses de prisão, e já cumpriu 6 anos e 7 meses. Foto Léo Bittencourt.

Mais um traficante e homicida carioca vai para Penitenciária de Catanduvas

Dois dias após a transferência do traficante ‘Nando Bacalhau’, o Governo do Rio, por meio da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária (Seap-RJ), iniciou nesta terça-feira (25/02) a remoção de Breno da Silva Sousa, conhecido como ‘Breno do Guandu’, para a Penitenciária Federal de Catanduvas, no Paraná. A retomada das transferências de lideranças criminosas para presídios federais ocorreu após intermediação do governador Cláudio Castro junto ao ministro da Justiça e Segurança Pública, Ricardo Lewandowski. Como resultado, o governo federal disponibilizou 10 novas vagas no sistema penitenciário nacional para detentos do Rio de Janeiro.

A operação mobilizou 17 policiais penais e cinco carros. O criminoso já está sob custódia da Polícia Penal Federal.

– Temos defendido com unhas e dentes junto à União e aos demais estados que a segurança pública passe a ser tratada como uma questão nacional. A retomada das transferências de lideranças para presídios federais é fruto da minha articulação junto ao Ministro da Justiça Ricardo Lewandowski, que entendeu a importância da medida e o impacto que ela vai causar no combate ao crime organizado, atingindo frontalmente uma facção cuja atuação há muito já ultrapassou as fronteiras do Rio de Janeiro – declarou o governador Cláudio Castro.

Anotações criminais

Com atuação em 13 comunidades de Japeri, na Baixada Fluminense, Breno da Silva acumula 26 anotações criminais, incluindo tráfico de drogas, homicídio qualificado, roubo majorado, corrupção de menores e extorsão.

Condenado a 79 anos e 11 meses de prisão, ele já cumpriu 6 anos e 7 meses e agora seguirá para um presídio federal para o cumprimento dos 73 anos restantes da pena.

Desde 2023, o Governo do Rio já transferiu 36 criminosos de alta periculosidade para unidades federais de segurança máxima. Entre os detentos estão o contraventor Rogério de Andrade, o miliciano Luiz Antônio da Silva Braga, conhecido como ‘Zinho’, e Robson Aguiar Oliveira, o ‘Binho’, chefe do tráfico no Morro do Engenho da Rainha, na Zona Norte do Rio.

 

Com informações de assessoria

Wagner Sales – Editor de conteúdo

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