Monólogo em três atos

Por: Jorge Eduardo Magalhães

No camarim improvisado do espaço teatral, na verdade, um sobrado transformado em teatro, a velha atriz, que já teve seus dias de glória, arruma-se diante do espelho com luzes ao redor onde algumas já estão queimadas.  O cheiro de mofo é insuportável.

O camareiro entra avisando que faltam apenas dois minutos para o espetáculo, um monólogo em três atos, começar. Olha a plateia através de uma fresta e percebe que só tem três pessoas. Pede para que aguardem mais um tempo, pois, com certeza, o teatro irá lotar.

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