O gato afogado

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Por: Jorge Eduardo Magalhães

O José Roberto, seu gato de estimação havia aparecido afogado no tanque. Não era a primeira vez. Na verdade, nem se lembrava de ter deixado o tanque cheio. O nome do bichano fora dado em homenagem a um rapaz da vizinhança com quem havia se encantado. Seu cônjuge descobrira tal encantamento.

Logo, ao encontrar outro filhote, que havia sido abandonado na esquina, sua dor fora aliviada pela perda do felino anterior. Dera o nome de João Carlos, em homenagem a um colega dos tempos de escola que reencontrara há poucos dias e por quem nutria uma enorme estima.

O bichano crescia e ficava cada vez mais bonito, mal poderia imaginar que, em breve, também morreria, acidentalmente, afogado no tanque cheio.

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