Polícia identifica Adilsinho como mandante de execução em posto no Rio

A Delegacia de Homicídios da Capital (DHC) realizou, nesta quinta-feira (05/02), uma operação para cumprir mandados de prisão contra os executores de Fabrício Alves Martins de Oliveira, assassinado em outubro de 2022. A investigação aponta o contraventor Adilson Oliveira Coutinho Filho, o “Adilsinho”, como o mandante do crime.
Durante a ação, um dos envolvidos teve o mandado cumprido dentro do sistema prisional, onde já se encontrava por outros crimes. Um segundo criminoso, ao perceber o cerco policial, entregou-se às autoridades.
Dinâmica do Crime e Conexões com a Contravenção
O crime, ocorrido em um posto de combustíveis, foi marcado pela brutalidade e pelo uso de armamento de guerra:
- Execução: Fabrício foi atacado por homens encapuzados com armas longas (fuzis), sem chance de defesa.
- Motivação: A disputa pelo controle do comércio ilegal de cigarros na capital fluminense.
- Crime em série: Apenas dois dias após a morte de Fabrício, seu sócio em uma fábrica de gelo, Fábio de Alamar, também foi executado. Ele foi morto ao sair do Cemitério de Inhaúma, logo após o sepultamento de Fabrício.
Adilsinho: O Alvo Principal
As investigações da DHC indicam que as mortes foram orquestradas para consolidar o domínio de Adilsinho no setor de cigarros ilícitos. Atualmente, diligências estão em andamento para localizar e capturar o contraventor, que permanece foragido.
A operação desta quinta-feira reforça o cerco contra as estruturas financeiras e armadas da contravenção que operam no Rio de Janeiro.
Resumo do Caso
| Detalhe | Informação |
|---|---|
| Vítima Principal | Fabrício Alves Martins de Oliveira. |
| Mandante Apontado | Adilsinho (Adilson Oliveira Coutinho Filho). |
| Motivação | Disputa pelo comércio ilegal de cigarros. |
| Status da Operação | 2 presos; Adilsinho permanece foragido. |
| Conexão | Execução de sócio em Inhaúma (Fábio de Alamar). |
Com informações de assessoria
Wagner Sales – editor de conteúdo
Foto: Reprodução
