Prisão de Marcelo “Cupim”: Justiça Mantém Acusado na Prisão

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), por meio do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (GAECO), obteve na Justiça a manutenção da prisão preventiva de Marcelo Simões Mesqueu, conhecido como “Cupim”. Ele é acusado dos homicídios de Haylton Carlos Gomes Escafura, herdeiro de um clã do jogo do bicho, e de sua namorada, a soldado Franciene de Souza.

Negado “Habeas Corpus” e Gravidade da Conduta

A 1ª Câmara Criminal do Tribunal de Justiça negou o “habeas corpus” interposto pela defesa de Cupim, mantendo a prisão decretada pela 4ª Vara Criminal da Capital. Segundo a denúncia, os crimes ocorreram em 2017 após Haylton tentar retomar pontos do jogo do bicho que havia arrendado a Cupim com autorização de seu pai, José Caruzzo Escafura, o “Piruinha”.

Durante a sessão, a procuradora de Justiça Angélica Glioche, do GAECO/MPRJ, argumentou pela necessidade da prisão, destacando a gravidade da conduta, a periculosidade do réu — apontado como líder de uma organização criminosa — e os indícios de autoria e materialidade. Ela ressaltou que os crimes aconteceram em plena luz do dia, em meio a uma disputa territorial que colocou a população em risco.

Histórico de Crimes e Risco à Sociedade

Angélica Glioche lembrou que Cupim já ficou foragido e possui um histórico de crimes graves e contínuos. A procuradora defendeu que a urgência da prisão se mantém não apenas pelo crime em si, mas também pelos riscos que o réu representa para as investigações e para a sociedade, uma vez que o grupo criminoso ainda estaria em operação.

Cupim foi preso pelo GAECO/MPRJ em 30 de junho de 2025, com o apoio da Coordenadoria de Segurança e Inteligência (CSI/MPRJ).

Com informações de assessoria

Wagner Sales – editor de conteúdo

Foto: Reprodução / Redes sociais

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