Últimos dias para visitar a exposição no Galpão das Artes Urbanas da Comlurb, na Gávea.

A exposição coletiva Deslocamento e Meio Ambiente entra em seus últimos dias no Galpão das Artes Urbanas Helio G. Pellegrino, da Comlurb, na Gávea. Até o dia 24 de setembro, o público pode conferir uma mostra vibrante e sustentável que celebra a natureza viva do Estado do Rio de Janeiro por meio do olhar de 19 artistas plásticos fluminenses.

Com curadoria da mosaicista Moema Branquinho, a exposição reúne obras que retratam povos originários, aves da Mata Atlântica, rios, mares e comunidades locais — tudo isso com foco na preservação ambiental em tempos de mudanças climáticas. A mostra também inclui trabalhos coletivos de estudantes de Arquitetura e Urbanismo da Universidade Santa Úrsula e do Atelier de Mosaico Contemporâneo Moema Branquinho, no Instituto Calouste Gulbenkian.

O que você vai encontrar:

Máscaras pintadas com pigmentos de terra,

Esculturas feitas com folhas de palmeiras imperiais recolhidas no Jardim Botânico e em Maricá;

Instrumentos de percussão criados com materiais reaproveitados;

Panôs com grafismos indígenas pintados com jenipapo, urucum e outros pigmentos naturais;

Fotografias de aves da Mata Atlântica;

Obras em bambu, lixo eletrônico, ossos, vidros de esmalte e muito mais.

Desde sua abertura em 11 de julho, a exposição tem atraído visitantes interessados na arte como ferramenta de conscientização ambiental. Os artistas participantes vêm de diversas cidades, como Rio de Janeiro, Niterói, Magé, Saquarema, São Paulo e Maricá.

 

Programação especial de despedida

Dia 19 de setembro (sexta-feira), das 11h às 16h, Galpão das Artes Urbanas – Av. Padre Leonel Franca, s/n°, Gávea (ao lado do Planetário).

 

Atividades interativas e performances:

Roda de conversa com os artistas participantes, Performance indígena com Carolina Potiguara: pintura corporal, artesanato, dança e canto;

Oficinas práticas: Cobra Coletiva, pintura sobre garrafa PET, com Ana Luiza Mello; Croquis: desenho com carvão vegetal, com Meiga Rodrigues; e Experimento com terra: pintura com pigmentos de solo, com Moema Branquinho

Artistas e obras em destaque:

Artista – Obras, Ana Luíza Mello

Condição Humana; Escultura cerâmica, Ana Monsores.

Série Fotográfica: A Centenária Vila de Pescadores de Zacarias – Maricá, Bel Mattos

Reté – Corpo Arquivo. 

Carolina Potiguara

KA’ A PORANG – Folhas Bonitas da Floresta; Y’PARA Y’KORÃ

Christina Bocayuva

Tabuleiro de Ervas

Foguete Barreto

Instrumentos musicais percussivos sustentáveis

Geovani Rodrigues

Indígena 1; indígena 2

Jean Peze

Papagaio; Pinguim; Minnie

José Domingos Mattos

O Emaranhado de Bambu

Laert Miranda

 

Casulo 04

Leila B.

Colonizador e Colonizado

Mariana Devoto

Pimpinela Nerd

Martha Pires Ferreira

Placa Mãe VI

Maurício Kiffer

 

Fóssil (Warhol) n° 7; Farelo da esfera; Fóssil (cachou) n° 5

Carlos Eduardo Meiga Rodrigues

Restos cadavéricos de três louras; Cerva Joia; Shock Óptima, casal bonito

Moema Branquinho

 

Restinga; Cocar

Osias Silveira

Guerreiro Viking; Guerreiro

Renata Aymoré Gama

Mata Viva – Uma viagem pelas asas da Mata Atlântica (46 fotografias de aves)

Roberto Tavares

 

Da Obra Para Obra 005; Da Obra Para Obra 006

A exposição é gratuita e aberta ao público. Uma oportunidade imperdível para quem busca arte com propósito, conexão com a natureza e reflexão sobre o futuro do planeta.

 

Com informações de assessoria

Wagner Sales – editor de conteúdo

Foto: Divulgação

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