Marinha lança navio Mangaratiba e impulsiona indústria de defesa

O Rio de Janeiro reafirmou sua posição como polo da indústria naval brasileira nesta segunda-feira (27/04/2026). O Ministro da Defesa, José Mucio Monteiro, presidiu no Arsenal de Marinha a cerimônia de lançamento do Navio-Patrulha “Mangaratiba” (P73). A nova embarcação é uma peça-chave para a proteção da Margem Equatorial, área considerada a nova fronteira exploratória de petróleo e gás do Brasil.

O ministro destacou que o projeto vai além da segurança, gerando empregos qualificados e incremento tecnológico. “Essa entrega reflete ganhos reais para a economia do país”, enfatizou Mucio, que também reafirmou sua confiança no sucesso do Submarino de Propulsão Nuclear Álvaro Alberto.

Vigilância na Foz do Amazonas

O Mangaratiba integrará o Comando do 4º Distrito Naval, atuando em áreas sensíveis como a foz do Rio Amazonas. Com capacidade para 51 militares e um raio de ação de 5 mil quilômetros, o navio terá as seguintes missões:

  • Patrulhamento e busca e salvamento;
  • Proteção de infraestruturas estratégicas (plataformas de óleo e gás);
  • Combate a ilícitos transfronteiriços.

A Secretária-Geral da Defesa, Cinara Wagner Fredo, madrinha da embarcação, celebrou o simbolismo do batismo: “Mostra que estamos preparados para produzir navios desta qualidade”.

Raio-X do Mangaratiba (P73)

🚢 FICHA TÉCNICA:

  • Classe: Macaé (o 5º da classe, “Miramar”, já está em construção).
  • Tripulação: Até 51 militares.
  • Autonomia: ~2.500 milhas náuticas (5.000 km).
  • Destino: Margem Equatorial e Foz do Amazonas.
  • Importância: Vigilância permanente contra crimes ambientais e pirataria em águas jurisdicionais.

Com informações de Ag. Gov

Wagner Sales – editor de conteúdo

Foto Luis Carbo

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