MPRJ consegue prisão preventiva de seis suspeitos por tráfico e furto no Rio e em Niterói

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ) obteve, durante o fim de semana, a conversão da prisão em flagrante em prisão preventiva de seis homens detidos em diferentes ocorrências registradas na capital e em Niterói. As decisões foram tomadas durante audiências de custódia realizadas pela Central de Audiência de Custódia da Capital, após manifestação favorável do Núcleo de Atuação Perante a Central de Audiência de Custódia (NACAC/MPRJ).
Prisões ocorreram durante operações na Zona Norte
Em duas ocorrências ligadas a operações da Polícia Militar realizadas na última sexta-feira (31), na Zona Norte do Rio, quatro suspeitos permaneceram presos por decisão da Justiça.
Segundo as investigações, Kevin Pires da Silva e Washington Lopes Dias foram capturados após uma perseguição policial que terminou com a morte de uma mulher. Durante a ação, os agentes apreenderam drogas, munições, um caderno com anotações do tráfico e uma motocicleta com registro de roubo.
Em outra ocorrência, Enéas Giovanni Carreira Duarte e Luis Carlos Fernandes Cardia foram presos após abordagem a dois veículos que circulavam juntos pela Avenida Pastor Martin Luther King Jr.
No interior de um dos automóveis, policiais encontraram 27 tabletes de maconha, totalizando cerca de 20 quilos da droga. De acordo com a investigação, Enéas conduzia o segundo veículo e exercia a função de “batedor”, responsável por alertar sobre possíveis fiscalizações durante o transporte da carga ilícita.
Suspeitos de furto e incêndio também permanecem presos
Em outra audiência de custódia, o NACAC/MPRJ conseguiu a conversão da prisão em flagrante em preventiva de Vagner da Fonseca Cabral e Wesly Godinho Figueiredo, acusados de participação em um furto qualificado a uma gráfica localizada na Travessa Alberto Vitor, em Niterói.
Segundo o auto de prisão, os suspeitos arrombaram o estabelecimento na madrugada de 29 de julho e furtaram quatro ventiladores.
Após o crime, o imóvel foi destruído por um incêndio criminoso que, conforme as investigações, pode ter sido provocado como forma de represália ao proprietário, que anteriormente teria impedido o furto de um aparelho celular nas proximidades.
O prejuízo causado pelo incêndio foi estimado em aproximadamente R$ 300 mil. A Polícia também apura a participação de pelo menos outros três envolvidos na ação.
MPRJ destacou risco de novos crimes
Durante todas as audiências de custódia, o Ministério Público defendeu a manutenção das prisões, argumentando que os casos apresentam elevada gravidade e que a liberdade dos investigados poderia representar risco à ordem pública e favorecer a continuidade das atividades criminosas.
Com base nesses argumentos, a Justiça converteu todas as prisões em flagrante em prisões preventivas, permitindo o prosseguimento das investigações com os suspeitos detidos.
o estimado é de aproximadamente R$ 300 mil. As investigações apontam ainda que os dois presos agiram em conjunto com, pelo menos, outros três indivíduos.
Durante todas as audiências de custódia, o MPRJ manifestou-se pela conversão das prisões em flagrante em preventivas, destacando a gravidade concreta dos fatos, a necessidade de garantia da ordem pública e de evitar a reiteração criminosa.
Com informações de assessoria
Wagner Sales – editor de conteúdo
Foto: Reprodução
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