Prévia da inflação desacelera para 0,06% em julho, diz IBGE

A prévia da inflação oficial do Brasil perdeu força em julho. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) registrou alta de 0,06%, resultado 0,35 ponto percentual abaixo da taxa apurada em junho (0,41%), segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Com o resultado, o IPCA-15 acumula alta de 3,51% no ano e 4,52% nos últimos 12 meses, abaixo dos 4,80% registrados no período imediatamente anterior. Em julho do ano passado, a prévia da inflação havia sido de 0,33%.
Entre os nove grupos pesquisados, Habitação exerceu a maior pressão sobre o índice, com alta de 0,97%, contribuindo com 0,15 ponto percentual para o resultado. Em sentido contrário, o grupo Alimentação e Bebidas registrou queda de 0,66%, sendo o principal fator de desaceleração da inflação no mês.
Energia elétrica impulsiona inflação
O principal impacto individual veio da energia elétrica residencial, que subiu 3,03% em julho. O aumento foi influenciado pela manutenção da bandeira tarifária amarela e pelos reajustes autorizados para concessionárias em estados como Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.
Na capital fluminense, a energia elétrica registrou alta de 4,88%, refletindo a retomada de um reajuste tarifário autorizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
Ainda no grupo Habitação, as tarifas de água e esgoto também tiveram reajustes em algumas capitais, enquanto o gás encanado apresentou redução de 0,30%, influenciada pela queda média de 2% nas tarifas do Rio de Janeiro.
Alimentação ajuda a conter inflação
Os alimentos consumidos em casa ficaram, em média, 1,14% mais baratos, contribuindo para aliviar a inflação. As maiores reduções ocorreram nos preços do tomate (-19,95%), batata-inglesa (-10,03%) e café moído (-3,13%).
Por outro lado, alguns produtos registraram alta, como a cebola (7,10%) e o pão francês (0,65%).
Já a alimentação fora de casa acelerou, passando de 0,40% em junho para 0,55% em julho, puxada principalmente pelo aumento do preço das refeições.
Passagens aéreas sobem e combustíveis caem
No grupo Transportes, as passagens aéreas registraram alta expressiva de 11,70%, influenciando o índice do mês.
Em compensação, os combustíveis ficaram mais baratos. Houve redução nos preços do etanol (-2,50%), óleo diesel (-1,32%), gás veicular (-0,97%) e gasolina (-0,68%), ajudando a conter o avanço da inflação.
Rio de Janeiro registra maior inflação
Entre as regiões pesquisadas, o Rio de Janeiro apresentou a maior variação do IPCA-15, com 0,44%, impulsionada pelos aumentos das passagens aéreas (24,34%) e da energia elétrica (4,88%).
A prévia da inflação oficial do Brasil perdeu força em julho. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 (IPCA-15) registrou alta de 0,06%, resultado 0,35 ponto percentual abaixo da taxa apurada em junho (0,41%), segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Com o resultado, o IPCA-15 acumula alta de 3,51% no ano e 4,52% nos últimos 12 meses, abaixo dos 4,80% registrados no período imediatamente anterior. Em julho do ano passado, a prévia da inflação havia sido de 0,33%.
Entre os nove grupos pesquisados, Habitação exerceu a maior pressão sobre o índice, com alta de 0,97%, contribuindo com 0,15 ponto percentual para o resultado. Em sentido contrário, o grupo Alimentação e Bebidas registrou queda de 0,66%, sendo o principal fator de desaceleração da inflação no mês.
Energia elétrica impulsiona inflação
O principal impacto individual veio da energia elétrica residencial, que subiu 3,03% em julho. O aumento foi influenciado pela manutenção da bandeira tarifária amarela e pelos reajustes autorizados para concessionárias em estados como Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo, Minas Gerais e Rio de Janeiro.
Na capital fluminense, a energia elétrica registrou alta de 4,88%, refletindo a retomada de um reajuste tarifário autorizado pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel).
Ainda no grupo Habitação, as tarifas de água e esgoto também tiveram reajustes em algumas capitais, enquanto o gás encanado apresentou redução de 0,30%, influenciada pela queda média de 2% nas tarifas do Rio de Janeiro.
Alimentação ajuda a conter inflação
Os alimentos consumidos em casa ficaram, em média, 1,14% mais baratos, contribuindo para aliviar a inflação. As maiores reduções ocorreram nos preços do tomate (-19,95%), batata-inglesa (-10,03%) e café moído (-3,13%).
Por outro lado, alguns produtos registraram alta, como a cebola (7,10%) e o pão francês (0,65%).
Já a alimentação fora de casa acelerou, passando de 0,40% em junho para 0,55% em julho, puxada principalmente pelo aumento do preço das refeições.
Passagens aéreas sobem e combustíveis caem
No grupo Transportes, as passagens aéreas registraram alta expressiva de 11,70%, influenciando o índice do mês.
Em compensação, os combustíveis ficaram mais baratos. Houve redução nos preços do etanol (-2,50%), óleo diesel (-1,32%), gás veicular (-0,97%) e gasolina (-0,68%), ajudando a conter o avanço da inflação.
Rio de Janeiro registra maior inflação
Entre as regiões pesquisadas, o Rio de Janeiro apresentou a maior variação do IPCA-15, com 0,44%, impulsionada pelos aumentos das passagens aéreas (24,34%) e da energia elétrica (4,88%).
Já Belém registrou a menor variação do país, com queda de 0,22%, influenciada principalmente pela redução dos preços do açaí (-19,45%) e da gasolina (-3,35%).
O IPCA-15 é considerado a prévia da inflação oficial e mede a variação dos preços para famílias com renda entre um e 40 salários mínimos nas principais regiões metropolitanas do país, além de Brasília e Goiânia.
Com informações de assessoria
Wagner Sales – editor de conteúdo
Foto: Ag. Amazonia
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O IPCA-15 é considerado a prévia da inflação oficial e mede a variação dos preços para famílias com renda entre um e 40 salários mínimos nas principais regiões metropolitanas do país, além de Brasília e Goiânia.
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