Eufemismo cruel
Por: Jorge Eduardo Magalhães Quando a criança nasceu o médico disse ao casal: – Vocês têm uma criança especial. “Que eufemismo cruel”!…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Quando a criança nasceu o médico disse ao casal: – Vocês têm uma criança especial. “Que eufemismo cruel”!…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Ao acordar, deu parabéns ao padrasto pelo Dia dos Pais. Seus irmãos mais novos, filhos do segundo casamento…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Quando conheceu a mãe dele, ainda era pequeno. – O pai desapareceu – disse ela. – Serei um…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Tem a consciência de que sempre teve a mente fraca e muito influenciável. Logo ao completar dezoito anos,…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Hoje é o tão esperado baile de formatura do curso de Medicina. Finalmente, a recompensa de anos de…
Por: Jorge Eduardo Magalhães A cultura do Rio de Janeiro está de luto. No último dia 14, a Academia Luso-Brasileira de Letras,…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Conversando com Luíza no bar, percebia-se que não era muito culta. Disse que havia terminado o ensino médio em um…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Às vezes, a única diferença entre um cidadão de bem e um indivíduo considerado malfeitor é que o primeiro tem…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Sentiu um calafrio ao ouvir aquela voz feminina. Olhou para trás e viu uma jovem com um pouco mais de…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Natália estava desesperada. – Preciso voltar àquele apartamento! – Esqueci o meu batom em cima da cômoda. – Mas como…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Durante uma semana, Natália ficou sem sair do seu apartamento, não acessou a internet, ne ligou a televisão. Pensou em…
Por: Jorge Eduardo Magalhães – Vamos, mamãe! Aperte o pescoço dela! – Não posso – respondeu Natália, ainda beijando Janine. – Acabe logo com…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Estavam completamente nuas, deitadas em um velho sofá-cama em que Janine dormia. Janine suspirava de tanto desejo, enquanto Natália ficava…
Por: Jorge Eduardo Magalhães O apartamento de Janine, na verdade, era um conjugado, tendo uma cortina como divisória. Ficaram se olhando durante algum tempo.…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Confie em mim. Sei que você tem o coração enorme, não tem preconceito algum; contudo, o mundo é muito cruel.…
Por: Jorge Eduardo Magalhães O bar era uma verdadeira espelunca, não estava muito cheio e nem a sua presença chamou atenção dos poucos frequentadores…