Espumante com cianureto
Por: Jorge Eduardo Magalhães Nosso grupo de apoio tem pessoas com uma semelhante problemática: nossas vidas perderam todo o sentido. Para nós…
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Por: Jorge Eduardo Magalhães Como os homens podem ser tão bobos e emocionados? Não podem ver uma mulher bonita que fazem o…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Olhe só aquele rapaz bem-vestido, com ar de superioridade. Um dia todos nós já fomos iguais a ele.…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Estão abertas até o dia 15 de abril mais uma edição do Prêmio Poi,esis de Literatura, na categoria…
Por Jorge Eduardo Magalhães No próximo dia 12 de maio, a partir das 14h, no Auditório Sena Madureira, do Instituto de Geografia…
APOIE O TRABALHO DO AUTOR COM A QUANTIA QUE DESEJAR Por: Jorge Eduardo Magalhães – Sou teu sagrado provedor! Você deve agradecer…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Despediu-se de Luíza, trocaram os números de telefone e, no caminho para casa, foi refletindo sobre a sua identificação com…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Conversando com Luíza no bar, percebia-se que não era muito culta. Disse que havia terminado o ensino médio em um…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Às vezes, a única diferença entre um cidadão de bem e um indivíduo considerado malfeitor é que o primeiro tem…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Sentiu um calafrio ao ouvir aquela voz feminina. Olhou para trás e viu uma jovem com um pouco mais de…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Natália estava desesperada. – Preciso voltar àquele apartamento! – Esqueci o meu batom em cima da cômoda. – Mas como…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Durante uma semana, Natália ficou sem sair do seu apartamento, não acessou a internet, ne ligou a televisão. Pensou em…
Por: Jorge Eduardo Magalhães – Vamos, mamãe! Aperte o pescoço dela! – Não posso – respondeu Natália, ainda beijando Janine. – Acabe logo com…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Estavam completamente nuas, deitadas em um velho sofá-cama em que Janine dormia. Janine suspirava de tanto desejo, enquanto Natália ficava…
Por: Jorge Eduardo Magalhães O apartamento de Janine, na verdade, era um conjugado, tendo uma cortina como divisória. Ficaram se olhando durante algum tempo.…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Confie em mim. Sei que você tem o coração enorme, não tem preconceito algum; contudo, o mundo é muito cruel.…