Eufemismo cruel
Por: Jorge Eduardo Magalhães Quando a criança nasceu o médico disse ao casal: – Vocês têm uma criança especial. “Que eufemismo cruel”!…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Quando a criança nasceu o médico disse ao casal: – Vocês têm uma criança especial. “Que eufemismo cruel”!…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Ao acordar, deu parabéns ao padrasto pelo Dia dos Pais. Seus irmãos mais novos, filhos do segundo casamento…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Quando conheceu a mãe dele, ainda era pequeno. – O pai desapareceu – disse ela. – Serei um…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Tem a consciência de que sempre teve a mente fraca e muito influenciável. Logo ao completar dezoito anos,…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Hoje é o tão esperado baile de formatura do curso de Medicina. Finalmente, a recompensa de anos de…
Por: Jorge Eduardo Magalhães A cultura do Rio de Janeiro está de luto. No último dia 14, a Academia Luso-Brasileira de Letras,…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Com o tempo, misteriosamente, os assassinatos das ruivas cessaram. Fiquei umas duas semanas esperando que outras mortes do Maníaco…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Droga! A gastrite atacou novamente. Logo agora que estou com ela neste hotel cinco estrelas de frente para o…
Por: Jorge Eduardo Magalhães A professora primária Jussara Alves da Silva, 38 anos, moradora de Santa Cruz, lotada em uma escola municipal do…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Tive a sorte de estrear a coluna “Crimes chocantes” com um caso bem nefasto. Logo quando reativei no jornal, um…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Tenho várias amizades, se posso chamar assim, na polícia carioca. Inclusive, tenho alguns informantes que, quando acontece algum crime…
Por: Jorge Eduardo Magalhães A pessoa que me vendeu os direitos do Patrulha Carioca – que não vou revelar sua identidade – era…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Consegui fazer exercícios mentais para não me lembrar mais de minha esposa e nem do ato desesperado e insano…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Embora sentisse uma enorme dor no coração, precisava tocar a minha vida. Escrevi em todos os grupos no celular…
Por: Jorge Eduardo Magalhães – O que foi que eu fiz? – perguntei a mim mesmo. Ao ver aquele corpo desfalecido, com os…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Não, meu lindo menino, não precisa gritar comigo, nem me humilhar, nem me chamar de bicha velha. Está aqui…