Espumante com cianureto
Por: Jorge Eduardo Magalhães Nosso grupo de apoio tem pessoas com uma semelhante problemática: nossas vidas perderam todo o sentido. Para nós…
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Por: Jorge Eduardo Magalhães Como os homens podem ser tão bobos e emocionados? Não podem ver uma mulher bonita que fazem o…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Olhe só aquele rapaz bem-vestido, com ar de superioridade. Um dia todos nós já fomos iguais a ele.…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Estão abertas até o dia 15 de abril mais uma edição do Prêmio Poi,esis de Literatura, na categoria…
Por Jorge Eduardo Magalhães No próximo dia 12 de maio, a partir das 14h, no Auditório Sena Madureira, do Instituto de Geografia…
APOIE O TRABALHO DO AUTOR COM A QUANTIA QUE DESEJAR Por: Jorge Eduardo Magalhães – Sou teu sagrado provedor! Você deve agradecer…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Estava com sorte. Outro sórdido acontecimento na nossa cidade foi a morte de um michê em uma sauna gay, em…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Com o tempo, misteriosamente, os assassinatos das ruivas cessaram. Fiquei umas duas semanas esperando que outras mortes do Maníaco…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Droga! A gastrite atacou novamente. Logo agora que estou com ela neste hotel cinco estrelas de frente para o…
Por: Jorge Eduardo Magalhães A professora primária Jussara Alves da Silva, 38 anos, moradora de Santa Cruz, lotada em uma escola municipal do…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Tive a sorte de estrear a coluna “Crimes chocantes” com um caso bem nefasto. Logo quando reativei no jornal, um…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Tenho várias amizades, se posso chamar assim, na polícia carioca. Inclusive, tenho alguns informantes que, quando acontece algum crime…
Por: Jorge Eduardo Magalhães A pessoa que me vendeu os direitos do Patrulha Carioca – que não vou revelar sua identidade – era…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Consegui fazer exercícios mentais para não me lembrar mais de minha esposa e nem do ato desesperado e insano…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Embora sentisse uma enorme dor no coração, precisava tocar a minha vida. Escrevi em todos os grupos no celular…
Por: Jorge Eduardo Magalhães – O que foi que eu fiz? – perguntei a mim mesmo. Ao ver aquele corpo desfalecido, com os…