Eufemismo cruel
Por: Jorge Eduardo Magalhães Quando a criança nasceu o médico disse ao casal: – Vocês têm uma criança especial. “Que eufemismo cruel”!…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Quando a criança nasceu o médico disse ao casal: – Vocês têm uma criança especial. “Que eufemismo cruel”!…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Ao acordar, deu parabéns ao padrasto pelo Dia dos Pais. Seus irmãos mais novos, filhos do segundo casamento…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Quando conheceu a mãe dele, ainda era pequeno. – O pai desapareceu – disse ela. – Serei um…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Tem a consciência de que sempre teve a mente fraca e muito influenciável. Logo ao completar dezoito anos,…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Hoje é o tão esperado baile de formatura do curso de Medicina. Finalmente, a recompensa de anos de…
Por: Jorge Eduardo Magalhães A cultura do Rio de Janeiro está de luto. No último dia 14, a Academia Luso-Brasileira de Letras,…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Tirando a repercussão da coluna do Anjo Epistolar, minha vida se tornou uma verdadeira calmaria, pelo menos aparentemente. Lisa estava…
Por: Jorge Eduardo Magalhães – Lisa? – Oi… – disse sem jeito. – O que você está fazendo aqui? – Resolvi voltar. Tive o…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Olhando pela janela do meu apartamento, não consegui identificar ninguém me espreitando em frente ao prédio. Ainda olhei, verifiquei todos…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Debruçado na sacada do décimo-primeiro andar da universidade, pensava em se jogar dando fim àquele tormento. O que diria a…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Li e reli aquela mensagem por diversas vezes, que dizia “Eu sei que você é culpado”. Seu perfil não tinha…
Por: Jorge Eduardo Magalhães A partir do suposto suicídio da mulher, em Sepetiba, foram levantados muitos questionamentos acerca da veracidade das narrativas do Anjo…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Prezado Editor, Fico feliz por mais um sucesso neste teu jornal sensacionalista, explorando a morte da criança que foi vítima…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Naquela mesma semana, ocorreu outra misteriosa morte em Sepetiba, que criou um enorme alvoroço na cidade e fui obrigado a…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Nem poderia imaginar que o Cabo Gervásio, assassinado junto com sua esposa, Conchita e a avó de sua cônjuge, Manuelita…
Por: Jorge Eduardo Magalhães Em uma segunda feira, mais especificamente no dia 25 de abril de 1994, encontrava-me melancólico. Era uma data triste para…